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segunda-feira, 11 de julho de 2011

dramaturgia.

- ‘Andréia, você é sonsa mas a gente te ama mesmo assim !’
- ‘O Caco não fala, só olha.’
- ‘Rita vai arrumar tudo do meu casamento.’
- ‘O que eu tomo ? O que eu compro ? Aonde se compra ? Quanto tempo leva para eu ficar curado ? Me passa uma receita ?’
- ‘a Cecília parece que tem pirú !’
- ‘Inácio sempre mais bem-vestido que o necessário.. lembra daquela festa ?’
- ‘Ela se jogou mesmo ? Não foi um tropeço ?’
- ‘ - Você não consegue parar de falar não, Inácio ?
- Você não consegue parar de sofrer não, Cecília ?’
- ‘Cala a boca, Inácio !’
- ‘Não, gente, vinho não. Olha o Odilon aí. A gente abre uma Minalba.’
- ‘eu só queria que hoje fosse ontem de novo.’
- ‘a gente não precisa compreender tudo, eu disse a ela, mas vamos viver tudo isso porque se não vivermos, então vale a pena estar vivo ?’
- ‘- Não, não tá nada bem. Tô puto com essa minha aparente serenidade. E controle. Eles acham que é riacho mas é tsunami, dessas bem violentas. Tô cansado de manipular as minhas próprias emoções.. não quero ter descaso com o que sinto aqui dentro. Não quero fazer rir toda hora nem ser forte o tempo todo. Parece que se eu desmontar todo mundo desmonta. Eu tenho o controle. Aprendi que preciso manipular emoções corpo voz mente e íntimo. Corpo e voz. Articulação clara e precisão nos movimentos. Acreditei quando me disseram para ser científico com meu próprio peito. Não posso derramar uma única lágrima porque meu personagem só chora quando tá sozinho.’
- ‘ah, foi um dia muito triste. Na verdade, eu acho que sofri muito mais pelo sofrimento de vocês. Eu me sensibilizei mais pela tristeza de quem tava vivo. A tristeza daquela mãe foi surreal ver. Para mim ver aquela mãe sofrendo me deixou muito mais triste.’
- ‘o que era aquela maquiagem ?’
- ‘aqueles insetos todos na cara, no rosto... o diálogo entre o beija-flor e os mosquitos.’
- ‘como a gente ia saber que a gente ia passar o meio da semana com ela ?’
- ‘o difícil do dia do enterro é que ele acaba. E tem o dia seguinte.’
- ‘eu não queria consolar, eu queria ser o consolado.’
- ‘ela era minha amiga e acabou se matando e isso é uma ferida que não se fecha, mas vive com um curativo em cima ?’
- ‘os dragões param sempre do lado esquerdo das pessoas, para conversar direto com o coração’
- ‘no silêncio não é que você não tem nada para dizer, é porque você tem tudo.’
- ‘a minha relação com ela foi tutti-frutti. E eu queria um pouco de chocolate amargo.’
- ‘Pode deixar. A gente faz a partilha. Eu vou ligando de cinco em cinco minutos para te falar quem ficou com o quê.’
- ‘uma coisa que eu aprendi com minha amiga historiadora é que quando não podemos vencer um inimigo, a gente se alia a ele.’
- ‘quando o dragão estiver de castigo, a gente deixa ele na casa do Odilon, que é apertada’
- ‘o dragão é dragoa e gosta dos beatles.’
- ‘o Caco é gay e já deu em cima do Odilon !’
- ‘quando você tiver a minha idade, Inácio...’
- ‘tá querendo enganar quem ? o dragão; só se for...’
- ‘Rita, o Caco já comeu a sua bruschetta ?’
- ‘eu quero esta bacia em que a Tia Anita deu o primeiro banho da Lilla’
- ‘- Ela era feliz !
- Se fosse feliz não teria se matado.’

Um comentário:

Diogo Liberano disse...

- ‘uma coisa que eu aprendi com minha amiga historiadora é que quando não podemos vencer um inimigo, a gente se alia a ele.’


verdade, maldosa, mas verdade