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domingo, 27 de fevereiro de 2011

STALKER, Tarkovsky


caramba, que filme.
caramba, que papel esse o nosso.

 
 

eu me apropriaria de uma fala do filme e a dirigiria aos nossos espectadores:

let everything that's been planed come true
let them believe
and let them have laugh at their passions
because what they call passion actually is not some emotional energy
but just the friction between their souls and the outside world
and most important
let them believe in themselves
let them be helpless like children
because weakness is a great thing
and strength is nothing



 o filme me atravessa porque não remói o perdido. constrói por sobre.

3 comentários:

Marília Misailidis disse...

Stalker:aqui vou eu!!!

Vitor disse...

esse filme me assustou. que ator é esse? que diretor nervoso! e a historia... por que seguir pra essa zona louca quando tudo pende pra zona de conforto? excelente referencia pra se ampliar o leque desse dragao.

Diogo Liberano disse...

suhuahuhauhsuhausau, adorei a coisa do diretor nervoso, apesar da cena ser tão calma e concentrada
nossa, vitor
essa questão
zona de conforto
como é isso?
não entendi,, mas fiquei curioso,,,, fale mais, please,,