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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
“A peça está pronta! A peça está pronta! A peça está pronta”
Bom, de acordo com a inominável Adassa Martins, nosso espetáculo Vazio é o que não falta, Miranda realmente está de pé. Bom, há quem duvide. De qualquer forma, o início de nossa temporada está chegando. Já no sábado que vem, dia 02 de junho, às 20h na Cia. dos Atores (Rua Manoel Carneiro, 10-12, Lapa), o Inominável retorna aos palcos com o seu espetáculo xodó.
Em cena, as quatro atrizes da companhia (Adassa Martins, Caroline Helena, Flávia Naves e Natássia Vello) e o diretor e dramaturgo Diogo Liberano tentam a todo custo encenar a obra máxima de Samuel Beckett, Esperando Godot. A montagem estreou em 2010 e agora, a convite da Cia. dos Atores, retorna para a sua terceira temporada.
Muitas pessoas que já assistiram ao espetáculo, quando convidadas novamente, dizem o clássico “eu já assisti”. Bom, com toda sinceridade, MIRANDA não consegue ser a mesma por muito tempo. A pesquisa e o trabalho, desde 2010, modificou tudo o que tínhamos e aprofundou nossas buscas enquanto companhia. A dramaturgia é inédita e, naturalmente, o jogo cênico é também renovado. Vejam de novo!
Permaneceremos em cartaz de 02 a 18 de junho, aos sábados, domingos e segundas, sempre 20h. A entrada é franca, portanto, não deixem de vir. A lotação do espaço é de 60 lugares e - em breve - divulgaremos os três convidados que virão bater um papo antes de três apresentações.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Nesta sexta e sábado, tem DRAGÃO na GAMBOA
Cinco jovens se reencontram no apartamento de uma amiga em comum, dois meses após o seu suicídio. Esse é o ponto de partida do espetáculo Como Cavalgar um Dragão, da jovem companhia carioca Teatro Inominável. Com dramaturgia de Diogo Liberano, criada em processo colaborativo, a peça fala de uma geração em busca do acerto de contas com uma realidade contraditória que a perfura e desorienta. A estreia aconteceu em 2011, no TEMPO_FESTIVAL das Artes, seguida de uma temporada de sucesso durante dois meses no Teatro Municipal Maria Clara Machado.
A aposta cenográfica, assinada por Rafael Medeiros e Fernanda Abreu, parte do mote inaugural do projeto, "atravessamentos", para compor o espaço de um apartamento onde as paredes são telas de pintura cruas que evidenciam o universo representacional do espetáculo e, que passam a ser atravessadas pelos atores na evolução da dramaturgia. Para o crítico João Cícero Bezerra, em crítica publicada no site do TEMPO_FESTIVAL, "(...) Eis um belo drama contemporâneo (...) uma investigação filosófica sobre a perda. Como Cavalgar um Dragão quer chegar à dimensão ética da linguagem, naquele momento em que a falta desestabiliza o todo, e surge a necessidade de recriar o sentido, a fim de que o jogo e a vida continuem em sua significação arriscada (...)".
Graduado em Direção Teatral pela UFRJ, Diogo Liberano assina a direção ao lado de Flávia Naves, graduada em Artes Cênicas pela UNIRIO. A produção é de Rômulo Corrêa e no elenco estão Dominique Arantes (Andréia), Fred Araújo (Inácio), Marília Misailidis (Rita), Nina Balbi (Cecília) e Vítor Peres (Odilon). O espetáculo foi contemplado pelo Fundo de Apoio ao Teatro – FATE, da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, e conta com a supervisão de Marina Vianna, atriz e co-autora do espetáculo/filme de Christiane Jatahy, A falta que nos move, importante referência no processo.
Para Antonio Guedes, diretor do Teatro do Pequeno Gesto, "Do ponto de vista da dramaturgia, o Dragão trabalha com personagens muito bem construídos. Contando com a parceria de ótimos atores, esses personagens, pelo contraste de temperamentos, nos apresentam um rico mosaico de reações possíveis diante do tema central: o suicídio. Mas do ponto de vista da encenação, esse conto não se deixa transformar numa narrativa simplista, realista, mero relato de uma história. Como plateia, experimentei a descoberta de cada modo de se colocar diante desse limite imposto sobre a vida."
Em 2012, o espetáculo começa o ano no Galpão Gamboa, dentro da mostra GamboaVista. Serão apenas duas apresentações, nessa sexta (21h30) e sábado (21h), dias 03 e 04 de fevereiro. Na sexta, logo após o espetáculo, haverá uma festa com o Bar Enchendo Linguiça e DJ’s convidados. Para quem assistir o espetáculo, a entrada é gratuita. Para quem chegar até 00h, apenas r$ 10. E pós 00h, r$ 20. Para maiores detalhes, acesse o blog do espetáculo (atravessar.blogspot.com) ou do Instituto Galpão Gamboa (www.galpaogamboa.com.br).
SOBRE O TEATRO INOMINÁVEL
Criado em 2008 pelo encontro de Adassa Martins + Dan Marins + Diogo Liberano + Flávia Naves + Helena Cantidio + Natássia Vello, jovens artistas com graduação em Artes Cênicas por universidades públicas brasileiras (Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ + Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO), durante poucos anos de existência, o Teatro Inominável criou quatro espetáculos: com NÃO DOIS (2009) pesquisamos a dramaturgia contemporânea da Argentina, num processo que durou onze meses por sobre a obra PASO DE DOS do dramaturgo Eduardo Pavlovsky. Nessa peça, nos debatemos contra o ditado popular “quem cala consente”, apresentando um drama sobre um torturador e uma torturada e a possibilidade do horror e do afeto coexistir num mesmo gesto; com VAZIO É O QUE NÃO FALTA, MIRANDA (2010), depois de dez meses em processo, descobrimos como o sentido é uma verdade movediça. Profanando a obra ESPERANDO GODOT de Samuel Beckett, nos debatemos contra outro ditado popular: “quem espera sempre alcança”. Nessa peça, diversas possibilidades para criação e cognição do sentido eram tentadas, numa encenação metáfora de si própria, na qual quatro atrizes e um diretor tentavam trazer aos palcos uma peça que nunca chegava a ser criada; em COMO CALVAGAR UM DRAGÃO (2011), apresentamos um reencontro de cinco amigos dois meses após o suicídio de uma amiga em comum. Partimos da busca e da necessidade de se permitir ser afetado pelo mundo e pelas relações, redescobrindo tudo aquilo que nos atravessa. DRAGÃO foi contemplado pelo Fundo de Apoio ao Teatro da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e integrou a programação do TEMPO_FESTIVAL das Artes; com SINFONIA SONHO (2012) apresentamos uma tragédia contemporânea criada a partir de recentes tragédias envolvendo o massacre de crianças em espaço escolar no Rio de Janeiro. Nessa peça, a companhia busca falar sobre a infância e, por extensão, também do futuro. Em nossa investigação, priorizamos as questões do “agora” e também do “aqui”, numa busca constante por diálogo com o nosso país e cidade.
SERVIÇO
COMO CAVALGAR UM DRAGÃO
Classificação etária: 14 anos
Duração: 75 minutos
Sexta (03/02) as 21h30 e Sábado (04/02) as 21h
Instituto Galpão Gamboa
Rua da Gamboa, 279 – Barão da Gamboa – Rio de Janeiro
Clique aqui para saber como chegar
Informações: (21) 2516-5929
Capacidade: 80 lugares
Ingressos: r$ 20, (inteira) e r$ 10, (meia-entrada)
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
~GamboaVista
Está chegando a hora. Estão dizendo por ai que este ano é o ano do Dragão. Pois que assim seja. Nos dias 03 e 04 de fevereiro, o Teatro Inominável traz de volta aos palcos do Rio o seu espetáculo Como Cavalgar um Dragão.
A peça apresenta o reencontro de cinco amigos, dois meses após o suicídio de uma amiga em comum. De acordo com o crítico João Cícero Bezerra, "(...) Eis um belo drama contemporâneo (...) uma investigação filosófica sobre a perda. Como cavalgar um dragão quer chegar à dimensão ética da linguagem, naquele momento em que a falta desestabiliza o todo, e surge a necessidade de recriar o sentido, a fim de que o jogo e a vida continuem em sua significação arriscada (...)".
Será uma ótimo oportunidade realizar nosso espetáculo num espaço tão incrível como o Galpão Gamboa. A dramaturgia, criada em processo colaborativo e assinada por Diogo Liberano, tem direção do próprio em parceria com Flávia Naves, contando com a atuação e criação de Dominique Arantes, Fred Araújo, Marília Misailidis, Nina Balbi e Vítor Peres. A peça tem supervisão da atriz Marina Vianna e direção de produção de Rômulo Corrêa.
Para conhecer mais sobre o projeto Galpão Gamboa, acesse http://galpaogamboa.com.br/. Se quiser saber mais sobre a programação teatral, acesse o site do GamboaVista: http://gamboavista.com.br/.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
ensaios remarcados
Segunda 16.01
09h a 12h na UFRJ
Quarta 18.01
19h a 23h na UNIRIO
(Vitor chega até 20h)
CENA UM
Quinta 19.01
19h a 23h na UNIRIO
(Vitor chega até 20h)
CENA DOIS
Sexta 20.01
09h a 12h na UNIRIO
Apenas com Marília e Nina
PRÓLOGO + SOLILÓQUIOS
Domingo 22.01
10h a 14h na UNIRIO
CENA TRÊS
Segunda 23.01 >>> apresentação da dramaturgia do figurino <<<
Segunda 23.01
09h a 12h na UFRJ
CENA QUATRO
Terça 24.01
09h a 12h na UFRJ
Apenas Dominique e Fred
EPÍLOGO + SOLILÓQUIOS
Quarta 25.01
19h a 23h na UNIRIO
(Vitor chega até 20h)
CENA CINCO
Quinta 26.01
19h a 23h na UNIRIO
(Vitor chega até 20h)
CENA SEIS
Segunda 30.01
09h a 15h na UFRJ
GERAL
Terça 31.01
18h a 23h na UNIRIO
(Vitor chega ate 20h)
GERAL
Dias 03 e 04, sexta e sábado
Chegada na Gamboa entre 17h e 19h
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domingo, 15 de janeiro de 2012
pontos de vista para os próximos ensaios,,
JOGO ou de que maneira - como - os atores expressam a cena, traduzem a dramaturgia;
BATIDA ou o tempo de cada cena (ou pedaço de cena), a duração e os inúmeros ritmos que constituem algum todo;
APROPRIAÇÃO ou em quais trechos ainda não se é confortável o jogo e como resolver isso, como ganhar a briga com as exigências da encenação e da dramaturgia;
CORPO-GESTO ou como o corpo de cada ator expressa aquilo inexprimível de sua personagem, um esboço de cada dragão (in)contido;
QUADRO ou como trazer a tona o que está soterrado sob o excesso de palavras e movimento, aquilo que é dito sem que as personagens percebam estar dizendo;
PARAGEM ou alguma maneira de permitir que a escuta aconteça, para que personagens bem como espectadores consigam deixar a ficha cair e tenham espaço-tempo para isso;
PERPLEXIDADE ou a tentativa em primeiro plano, como expressar alguma incompreensão que ali se encontra latente e em movimento.
próximos ensaios de DRAGÃO
Segunda 16.01
trabalho sobre CENA UM
Quarta 18.01
(Vitor chega até 20h)
trabalho sobre CENA UM/DOIS
Quinta 19.01
(Vitor chega até 20h)
trabalho sobre CENA DOIS/TRÊS
Domingo 22.01
trabalho sobre CENA TRÊS
Segunda 23.01
trabalho sobre CENA QUATRO
Quarta 25.01
(Vitor chega até 20h)
trabalho sobre CENA CINCO
Quinta 26.01
(Vitor chega até 20h)
trabalho sobre CENA SEIS
Segunda 30.01
passadões e ajustes gerais
Terça 31.01
(Vitor chega ate 20h)
passadões e ajustes gerais
Dias 03 e 04/02, sexta e sábado
17h para arrumação, concentração e reconhecimento do espaço
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Panetone
É chegado o fim do ano. E com ele também chegamos ao fim de um processo que se iniciou em outubro do ano passado. Seria mesmo o fim do processo? Tenha a sensação clara e límpida de que as coisas estão começando ainda, de que o nosso ofício – do qual ainda sabemos tão pouco – supera a mesmice e sempre nos atualiza com novos tremores e arrepios. Foi lindo, meninos. Do impossível chegamos enfim ao impossível. Impossível desta vez morno e aconchegante. Hoje temos a condição de administrar um pouco mais de nossos arrepios. Isso é amadurecer.
E ao mesmo tempo estamos tão longes. Neste ano fizemos vinte apresentações de nosso DRAGÃO. E foram nove semanas ininterruptas de trabalho intenso logo na primeira temporada. Foram nove semanas que pareceram nove meses. Muito esforço, muita dedicação, muita dúvida e muitos erros e muitas descobertas. Estamos vivos. Sobrevivemos. E hoje emocionamos e trazemos a cena um pouco daquilo que também nos engole e mastiga.
Que o fim do ano traga ainda mais força e desejo em nossos corações. Que a gente consiga de novo – e mais uma vez – dobrar as diferenças para dançarmos juntos isto que nunca daremos conta de controlar:
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
“Diálogo, mais ou menos ágil, com o desequilíbrio geracional”
Eis que a nossa primeira crítica é feita pelo crítico Macksen Luiz, que esteve presente em nossa estreia, no dia 11 de outubro. A opinião do crítico foi postada em seu blog [http://macksenluiz.blogspot.com/] e pode ser conferida abaixo (clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior):
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Release
Cinco jovens se reencontram no apartamento de uma amiga em comum, dois meses após o seu suicídio. Novo espetáculo do Teatro Inominável, a peça Como Cavalgar um Dragão, dramaturgia de Diogo Liberano criada em processo colaborativo, fala de uma geração em busca do acerto de contas com uma realidade contraditória. A estreia será no TEMPO_FESTIVAL das Artes, nos dias 17 e 18 de setembro, no Espaço SESC. Em outubro, a montagem estará em cartaz no Teatro Municipal Maria Clara Machado.
Graduado em Direção Teatral pela UFRJ, Diogo Liberano assina a direção ao lado de Flávia Naves, graduada em Artes Cênicas pela UNIRIO e formada como atriz pela Casa de Artes Laranjeiras – CAL. No elenco, estão os atores Dominique Arantes (Andréia), Fred Araújo (Inácio), Marília Misailidis (Rita), Nina Balbi (Cecília) e Vítor Peres (Odilon).
A aposta cenográfica, assinada por Rafael Medeiros e Fernanda Abreu, parte do mote inaugural do projeto, "atravessamentos", para compor o espaço de um apartamento onde as paredes são telas de pintura cruas que evidenciam o universo representacional do espetáculo e, que passam a ser atravessadas pelos atores na evolução da dramaturgia.
O Inominável investiga a produção de uma cena capaz de dar voz à inquietação característica dos tempos atuais. “A intenção é abordar esta geração que, frente a situações extremas como a morte, não se permite ser indiferente. Não se trata de obter respostas, mas de cruzar os extremos”, explicam os diretores.
Criado em 2008, o Teatro Inominável (Adassa Martins + Dan Marins + Diogo Liberano + Flávia Naves + Helena Cantidio + Natássia Vello) vem se destacando no cenário teatral do Rio de Janeiro. Seus dois primeiros espetáculos, realizados de forma independente, continuam em cena: “Não Dois” (2009) do texto argentino Paso de Dos de Eduardo Pavlovsky e “Vazio é o que não falta, Miranda” (2010) da obra Esperando Godot de Samuel Beckett.
Contemplado pelo Fundo de Apoio ao Teatro – FATE, da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, o espetáculo conta com a supervisão de Marina Vianna, atriz e co-autora do espetáculo/filme de Christiane Jatahy, “A Falta que nos move”, importante referência no processo.
SOBRE DIOGO LIBERANO
Graduado em Direção Teatral pela UFRJ, Diogo Liberano vem se destacado como dramaturgo e diretor teatral. Este ano foi selecionado para o Seminario Intensivo de Dramaturgos, promovido pelo Panorama Sur, em Buenos Aires. Como diretor, foi convidado pela Cia do Atores a co-dirigir, ao lado de Cesar Augusto e Susana Ribeiro, o espetáculo “Peças de Encaixar”. Diretor Artístico do Teatro Inominável, dirigiu “Não Dois” (2009) e “Vazio é o que não falta, Miranda” (2010).
SOBRE FLÁVIA NAVES
Graduada em Artes Cênicas pela UNIRIO e formada como atriz pela Casa de Artes Laranjeiras – CAL, nos últimos anos, Flávia Naves vem realizando assistência de direção de diretores como Ana Kfouri (“Senhora dos Afogados”) e Ivan Sugahara (nos espetáculos “A Estupidez”, “Tempo de Solidão” e “Sem Ana”). Também integrante do Teatro Inominável, como atriz, está em “Vazio é o que não falta, Miranda” e agora assume a direção do novo espetáculo da companhia ao lado de Diogo Liberano.
SERVIÇO “COMO CAVALGAR UM DRAGÃO”
Classificação etária: 14 anos
Duração: 75 minutos
Temporada no Teatro Municipal Maria Clara Machado
Estreia dia 11 de outubro
Até 7 de dezembro
Terças e quartas, às 21h
Teatro Maria Clara Machado (Planetário da Gávea)
Rua Padre Leonel Franca 240 – Gávea
Informações: (21) 2274-7722
Capacidade: 80 lugares
Bilheteria: terça-feira à quinta-feira a partir das 18h; sextas, sábados e domingos a partir das 15h. Sempre até 21h. Aos domingos até 20h.
Ingressos: R$20 (inteira) R$10 (meia)
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
alterações dramaturgia
FINAL DA CENA TRÊS
Inácio Rita, fica!
Rita Por que, Inácio, ficar por quê? Pra arranjar um culpado, alguém que possa ter feito com que a Lilla se matasse? Não, eu não fico, Inácio. Hoje é o primeiro dia que a gente se reencontra depois do enterro da Letícia e você não tem ideia do peso que as suas palavras ganham quando saem da sua boca e chegam ao nosso ouvido. Eu não tenho motivo pra ficar.
Inácio Rita, por favor, fica!
Rita Só se você me fizer acreditar que você sabe exatamente o que tá acontecendo aqui dentro, me faz acreditar que você tem a capacidade de abrir essa boca pra dizer alguma coisa realmente sincera e importante. Me faz acreditar agora, Inácio, a hora é agora, eu tô aqui na sua frente, mas não por muito tempo\
PARTITURA PRÓLOGO
1. ALMOFADA
2. BLUSA
3. MAIÔ
4. CAIXA
5. LIVROS
6. QUADRO
7. ABAJUR
8. MÓBILE
9. WALKMAN
10. PUFF
11. ALL-STAR
12. GUARDA-ROUPA
Andréia. Um par de sapatilhas brancas número 34; um par de patins pretos com rodinhas roxas número 37; dois pares de All Star, um branco básico e um vermelho de couro, ambos número 37; três almofadas que ficavam sobre a cama 1 (a vermelha, a amarela e a azul); uma blusa do Guaraná Antártica comemorativa 2 da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1998; um vestido quadriculado 3 estilo toalha de mesa; todos os álbuns de fotografias 12 de 1994 até 1999; uma caixa de papelão 4 com todos os calendários da Caixa Econômica Federal desde 1999; uma caixa de papelão com dezesseis VHS de gravações diversas; três livros 5 sobre o Francis Bacon, um deles em inglês; cinco livros do Samuel Beckett; uma reprodução emoldurada do quadro 6 Icarus do Matisse; uma tela riscada com traços de tinta a óleo tentando reproduzir o quadro do Matisse; um abajur lilás 7 com franja que ficava na mesa de cabeceira; um móbile 8 de libélulas pequenininhas que ficava preso na janela; um Walkman 9 velho da Sony; um puff 10 quadrado e amarelo, com rodinhas; e um All Star 11, o de cano alto de zebrinha número 37 que eu também quero pra mim mas a gente resolve isso depois.
Eu. Um par de All Star 11 cano alto de zebrinha número 37 que a Andréia também quer e que a gente resolve depois; ANDRÉIA ENTRA um par de salto alto verde 10 bebê número 37 ANDRÉIA É TOCADO; um par de sapato marrom trançado a couro número 37; um par de sapato vermelho (o da formatura) número 38; aquela blusa dos Beatles e aquela jaqueta que já estão lá em casa; um guarda-chuva preto; uma caixa de papelão com um baralho da drogaria Pacheco; um diário pequeno em branco; dois cadernos médios em branco; uma canga promocional do jornal O GLOBO; ANDRÉIA SAI e dois quadros 6, um do cavalo e um da menina.
Inácio. Uma casa de dois andares 12 da Barbie que tava desmontada sobre o guarda-roupas; um cavalete de madeira 9 com alturas ajustáveis; quatro gnomos 5 de madeira pintados; três duendes também de madeira, também pintados (sendo que um dos duendes tá sem o braço esquerdo); uma bola de vôlei 4; aquele brinquedo estranho, o Guru do Gugu; um Pense-Bem; um micro system AIWA; uma vitrola pequena sem marca; uma TV SANYO 14’ 6 com VHS embutido, mas sem controle remoto; um DVD player muito velho, sem controle; um LP da Xuxa 1 autografado pela Xuxa; um cd do É o Tchan no Havaí; sete livros do Harry Potter (e mais dois pequenos: um sobre quadribol e outro sobre animais fantásticos); INÁCIO ENTRA uma agenda da Cantão 7 do ano 2000 completamente usada; uma agenda telefônica tradicional 8 e usada, de papel; um pôster do Fidel Castro; um pôster das Spice Girls; três quadros intitulados Homens, Relógios e Da casa pegando fogo; um balde cheio de pincéis (eu não tive saco pra contar quantos, mas todos os pincéis vão ficar pro Inácio); um edredom de joaninha; uma toalha de banho verde musgo 2; um maiô acetinado cor cobre 3; sete calcinhas (eu não vou dizer quais são porque o Inácio foi o único que pegou calcinha); um par de pantufas cabeça de girafa 10; um pijama de flanela com botões na frente; uma camisa escrota Alguém que te ama muito foi a Trancoso e lembrou de você; um casaco da GAP que todo mundo sabe qual é; INÁCIO É TOCADO um óculos Ray-Ban que todo mundo sabe qual é; um Paco Rabanne usado; um Lancaster fechado; uma maleta grande com todas as maquiagens;um par de All Star cano alto de zebrinha número 37 que eu também quero então a gente resolve isso depois; um mapa-astral feito à mão; uma cadeira de praia com listras coloridas; uma foto emoldurada daquele dia no Jardim Botânico; uma caixa de papelão com todas as cartas trocadas com o Conrado; uma foto emoldurada daquele final de semana em Angra; e uma foto emoldurada do dia da nossa festa de formatura. INÁCIO SAI.
Odilon. Um vinil do John Lennon 9; cinco da Nina Simone 5; três CDs do Strokes; cinco da Rita Lee; dois do Los Hermanos, o Los Hermanos e o Bloco do Eu Sozinho; o Circuladô Vivo do Caetano 12; uma edição do Macunaíma do Mário de Andrade; A teus pés da Ana Cristina César; Para viver com poesia do Mário Quintana; Diário de um cucaracha do Henfil; A Gaivota do Tchékhov; dois volumes do Mil Platôs do Deleuze e do Guattari, o volume 1 e o 3, 6 sendo que o 1 ainda tá embrulhado e o 3 tá sem algumas páginas; oito pequenas telas riscadas 4; uma tela média toda pintada de verde; um laptop coberto de adesivos e com a tela trincada; um par de meias 2 cinzas e grossas que tavam sobre a cama; um lençol de solteiro 3 que tava na cama (aquele dos cavalinhos de corrida); um perfume\ 11 Alguém lembra o nome? Daquele sem rótulo, que ela usava pouco? Um vidro de perfume sem rótulo que ninguém sabe o nome e que ela usava pouco; uma garrafa térmica 10 marrom com tampa plástica mordida; um celular velho 7 com o visor estilhaçado; e seis mini-cactos da coleção dos sete mini-cactos que ficavam no parapeito da janela do quarto dela só que um deles deve ter caído\
RITA ENTRA Rita. Uma caixa com as aquarelas; um diário em branco; uma edição d’O Código da Vinci; um DVD Elas cantam Roberto; um porta incenso com guarda-cinza acoplado; um cinzeiro de vidro maciço; uma imagem de barro de São Jorge matando um dragão; uma camiseta de Trancoso que o Inácio também quer então vocês resolvem isso depois; e um par de sapatinhos plásticos e vermelhos sem número que parece ser de alguma boneca.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
passadão + cena quatro
espaço sesc, 29 de agosto, 09h30/13h
diogo, nina, flávia, vítor, fred, dominique e marília
PRÓLOGO
aposta de utilizar a faixa DRAGZ 2 feita pelo cabelo;
cecília usa um mp3 player;
boa dicção, porém a voz parece baixa (tentar impostar mais);
boa a chegada da andréia (o tempo, a parada ao lado de cecília);
é bom tocar a sujeira no chão, mas talvez não com as mãos e sim com um dos pés;
bom o toque no inácio;
bom o sorriso no “conrado”;
cecília – fechar partitura e ser rigorosa na repetição da mesma;
a trilha também se retira da cena e deixa cecília rendida?
tônus na lista de odilon que não cessa até o fim da lista da rita;
CENA UM
reação de rita ao “né, rita?” de cecília;
bom o “chantagem emocional”;
bom o tirar do casaco, cecília;
ótimo, nina! o esporro no inácio (deu pra ver que não é por conta de um tênis);
andréia entra com o “pára, rita” com um sorriso que parece sobrar;
a coisa da saudade precisa ser mais sincera (inácio e rita);
rita, entrar mais na fala “se quiser eu posso ir ao banheiro”;
cuidado com a agressividade e a finalização do jogo físico entre os dois meninos;
”lembrança pra lilla”, indicar o lenço como se fosse lilla;
”não, aquilo que a gente tinha pra fazer aqui”, falta intenção (ele tá sendo irônico, escroto);
resolver a coisa da pelúcia;
CENA DOIS
meninos, na andança durante o monólogo de odila, serem mais ágeis e práticos, saindo de cena sem ter que conferir nada;
ótimo o solilóquio, apenas atenção ao forçar da emoção e tomar cuidado com as caras e bocas;
boa a risada (podem debochar mais da coisa da beterraba);
meninas, cuidado com o “pseduo-falatório” enquanto odilon e inácio “brigam” sobre o dvd;
”eu não perguntei isso” tá muito gritado, vítor;
bom o choro da rita e boa a reação da cecília;
corte no texto da rita: do calmante falar direto da ligação do caco" (eu entrego o corte);
cecília e andréia precisam ganhar mais a discussão;
”não chora” ainda não funciona;
CENA TRÊS
afetação maior no “é isso” inicial de andréia, talvez a gente deva aumentar o texto dela;
cecília e rita estão ótimas e fortes dentro de suas convicções;
rita entrar mais direta com ”ela me ligou também”;
será que o texto do odilon é todo pra andréia?;
brinde > não estrangular o texto;
SENTA PRA ASSISTIR não é para o público;
CENA QUATRO
bom o engasgar, fred;
rita, bom “de somar todas essas lembranças e montar uma lilla que nunca existiu”;
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
ensaio 73
16/08:11, unirio, sala 604
vítor, dominique, fred, marília, flávia e diogo
nina não pôde vir. eu cheguei um pouco atrasado. eles estão jogando o PANO. em seguida, trabalharemos pedaços do primeiro ato = prólogo + cena um + cena dois + cena três. o pano hoje é laranja. diferente. tem um peso outro.
trabalhos em separado:
MARÍLIA E SEU PEQUENO SOLILÓQUIO
DIÁLOGOS ODILON + ANDRÉIA
FALAS SOLTAS DA ANDRÉIA
EMBATE ODILON + INÁCIO
SOLILÓQUIO ODILON
FINAL CENA 3 COM RITA E INÁCIO
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