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domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
composições ODILON
composições ANDRÉIA
composições RITA
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
PELÚCIA
Artista americano conhecido por costurar bonecos a partir de objetos comprados. Seu trabalho é frequentemente reconhecido como abjeto.
"Kelley vê os animais de pelúcia como o primeiro abuso dos adultos às crianças pois são modelos idealizados e assexuados destinados a fazer entrar a criança no molde das normas familiares e sociais. Por isso apresenta esses animais mutados, cortados e transformados, dando-nos uma imagem violenta e expressiva desse abuso"

fonte: http://geometricasnet.wordpress.com/2008/02/15/mike-kelley/

fonte: http://www.initialaccess.co.uk/exh/42/8/unholy-truths/mike-kelley

fonte: http://daddytypes.com/2007/04/27/say_hello_to_mike_kelleys_little_friend.php
sexta-feira, 22 de julho de 2011
ensaio 57
quarta-feira, 13 de julho de 2011
ressonância do acontecimento
Significado de Ressonância
s.f. Ato ou efeito de ressonar, de repercutir.
Propriedade de aumentar a duração ou a intensidade do som: a ressonância de uma sala.
Modo de transmissão das ondas sonoras por um corpo.
Ruído confuso resultante do prolongamento ou reflexão de um som.
Fig. Repercussão, reação: sua proposta não teve a menor ressonância.
Física. Ressonon.
Grande aumento da amplitude de uma oscilação sob a influência de impulsões regulares de igual frequência.
Ressonância elétrica, fenômeno da mesma natureza, produzido por indução a distância.
Caixa de ressonância, o mesmo que ressonador.
Química Particularidade de certas moléculas orgânicas que não podem ser representadas a não ser por um conjunto de estruturas que diferem pela localização dos elétrons.
Ressonância magnética, método de análise espectroscópica baseada nas transições induzidas entre certos níveis de energia de um átomo, de um íon, de uma molécula, submetidos a um campo magnético.
Aumento da duração e da intensidade
ensaio 50
segunda-feira, 11 de julho de 2011
ensaio 49
sexta-feira, 8 de julho de 2011
ensaio 48
08/07/11, unirio, sala 602
fred, nina, marília, dominique, vítor, flávia, diogo, marina vianna, rodrigo marçal, júlia marini, rafael medeiros, philippe baptiste, fernanda abreu e tamires nascimento.
TEXTO. flávia propôs um trabalho com o texto, apontando momentos específicos, falas específicas. ao mesmo tempo, confesso, eu estou aqui escrevendo esse relatório, vendo o ensaio e também com as mãos e olhos cravadas na dramaturgia, que brotou hoje com uma ideia reveladora e (…)
PANO. com todos nós. ao som de beyoncé, the strokes, rihanna, damien rice e hot chip.
ESPADA. empunhar e neutralizar.
FRAGMENTOS PARA POSSÍVEIS LINGUAGENS
hoje o figurino está mais colorido. mais diverso.
eu. ótimo. falar pra si mesma.
rita enche a sala de objetos. genial. como criar calor?
nina afirma as coisas ao invés de perguntar perplexa. isso é curioso e estranho.
rita e odilon conversam enquanto os três quebram o pau.
rita ping-pong entre odilon e andréia,
patada nos meus amigos
ótimo jogo > usar mais nomes quebrando as falas
ouviu, inácio? diz odilon no meio de sua fala
cecília joga a pelúcia com descuido ao chão
odilon – então eles apareceram.
Os meninos realizaram apostas muito interessantes durante o improviso a partir do prólogo, cena um e cena dois. Foram dados os seguintes direcionamentos:
PRÓLOGO
cecília em cena
rita precisa realizar seis entradas e cinco saídas
odilon e andréia entram quantas vezes quiserem, mas é preciso deixar claro que suas entradas e saídas tem alguma relação
inácio não entra no prólogo
cecília pode investir num arroubo da dramaturgia já escrita
cecília deve se afetar com as entradas e saídas
CENA UM
inácio entra com a sua primeira fala, na cena um
investimento num naturalismo da cena, num lugar de ação e comportamento verossímel a nossa lida diária
investimento no discurso do corpo (ações paralelas, intimidades, gestos, toques, encontros > maneiras distintas de se escrever algo que não seja pelo uso do texto, mas sim do corpo)
investimento no andamento da cena, num jogo propositivo e intencional dos gráficos (ora mais rápido, ora num tempo mediano, ora mais devagar > variações)
CENA DOIS
investir na sequência dos acontecimentos, já que a cena não está decorada de maneira muito firme
cada personagem deve estar olhando para um dos outros quatro, sem o olhar, o olhar de todos se visitando o tempo inteiro
“RESULTADO”:
uma improvisação viva
tanto pela imprevisibilidade e jogo na solução dos “problemas”
tanto pelo domínio – cada vez maior – da cena um (a mais trabalhada até agora)
descobertas
muitas descobertas
e um corpo que de fato se permite ser afetado
um corpo capaz de afetar
de surpreender
(em todos vocês).
decorar segunda cena para segunda.
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
ensaio 47
07/07/11, unirio, sala 301
diogo, marília, dominique, fred, vítor, flávia, nina, verônica machado e tamires nascimento.
LONGA CONVERSA DE UMA HORA E CATORZE MINUTOS.
PANO. com diogo e flávia.
PRIMEIRA CENA.
posições no espaço;
nas quatro cadeiras;
composição:
UMA PROPOSTA DE ESPAÇO
UMA PROPOSTA DE FIGURINO
DUAS PROPOSTAS DE ANDAMENTOS DIFERENTES PARA O TEXTO
UMA IMAGEM ESTÁTICA
UMA REVELAÇÃO
UMA LÁGRIMA
UMA RISADA
UMA REPETIÇÃO DO TEXTO
UM ESTRANHAMENTO COLETIVO
descrição da composição:
os meninos chegam bem vestidos. parece fazer frio onde estão. todos usam sapatos. e isso faz toda a diferença. as roupas são de cores fechadas, mas compostas. há sobreposições, cintos, cachecóis, camisas sobrepostas, meias expostas. no entanto, alguns pontos muito miúdos de cor super aparecem. por exemplo: um copo plástico vermelho que passa, sutilmente, de mão em mão (sem a obrigação de passar por todos). a mochila azul que a cecília usa. o detalhe da marca opção – vermelho – na calça de odilon. as cores todas aparecem muito quando não há cor no geral. eles se espremem dentro de um recorte retangular e pequeno feio com uma marca de uma fita crepe hoje já extinta. eles se movem sem sentido. eles se perfuram e atravessam, eles não conseguem ficar parados. mas ficam. mas voltam a se mover. apostas interessantes que dão ao texto outros significados. exemplo: na hora em que traz a pelúcia, cecília tira sua camisa e fica de sutiã. colocando a camisa estendida no chão. os meninos então saem de dentro da fita crepe e agora a área por ela demarcada vira justamente o espaço no qual eles não entram. é interessante o uso do andamento e da repetição. pequenas repetições de trechos grandes ou apenas um frase provocam de imediato uma intensificação da coisa dita. é também muito interessante o texto sendo derramado, literalmente, sem preocupação de que o sentido acompanhe o sair de toda a fala. não importa. num dado momento, é nítida a aposta num andamento mais lento, como se as palavras custassem a sair, eu poderia dizer como se fosse duro e penoso falar do que está sendo falado. mas eu não me lembro o que foi falado, apesar de conservar a sensação de estarem os cinco andando sobre cacos de vidro. lembro da bota da cecília pisando lenta no chão. os limites de crepe sendo confrontados. sobretudo, me lembro de quanta coisa além-texto foi expressada quando se percebe que há outros meios de expressão que não somente a fala. é o corpo, o olhar, o gesto, a expressão facial. eles têm intimidade e a intimidade escorre por todo o lugar. ser íntimo é ser invisível. em virtude do jogo, do se colocar em experiência, o texto por vezes se atualiza e isso é fundamental. falas mais ágeis por vezes funcionam melhor. frases mais lentas, só quando intencionalmente desenhadas dentro de uma proposta (pouco individual) mais coletiva também funcionam. experiência. excelente aproveitamento da composição para libertação dentro do texto. quando mais ele estiver firme e entendido, mas poderosa será a sua transformação, as alterações de tempo e intenção.
PREPARAÇÃO VOCAL. com verônica machado.
ganho de peso. densidade. dor. em todas as vozes.
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quarta-feira, 6 de julho de 2011
ensaio 46
06/07, unirio, sala 602
diogo, flávia, vítor, marília, dominique, nina e fred
CAFÉ.
com muitas frutas (banana, maça, carambola, biscoitos e talz).
TEXTO.
os meninos passaram o texto uma vez, tentando não colar. é chegada a hora!
PANO. ao som de THE KILLERS e MUMFORD AND SONS e ARCTIC MONKEYS.
com as indicações realizadas no ensaio 44. o jogo mudou completamente. nunca ouvi tanto barulho de respiração, nunca os pés falaram tão alto. ao mesmo tempo – PARADOXO – o pano caiu bastante e a queda dos corpos foi na maioria das vezes relutante. o erguer-se de novo é impactante. cabe jogar a coisa como ela é. se sabemos a regra: pronto. não há motivos para driblar nada.
outra alquimia. a flávia indica que vocês podem ficar mais tempo com o pano nas mãos antes de passar para o outro. e então vemos um ballet acontecer. o pano envolve os rostos e as partes dos corpos. muitas quedas de pano nos momentos mais inacreditavelmente idiotas. rs.
profanação horrorosa. sorriso da marília. o sutiã da nina. os meninos jogando futebol. e a dominique arrumando a calça; enquanto eu e flávia, aqui de dentro-fora, estudamos a relação espacial.
louco. porque o jogo do pano sem o pano me faz pensar onde haveria o pano nas situações mais simples da vida?
o dia até deixou o sol sair.
Jessie J – WHO YOU ARE
CENA.
artificialidade. maneiras distintas de se expressar o conteúdo da cena. o que é importante deixar explícito a partir do texto da cena um – despedida do ideal?
fizemos algumas passadas no espaço, com indicações precisas sobre espaço e com indicações que não se detinham ao espaço, mas sim à velocidade do texto, ao andamento.
confesso: saio deste ensaio convicto de que o tempo da experiência posta em cena é UM para as personagens, para a ficção, e OUTRO para eu, espectador, que assiste a tudo isso. precisamos editar essa obra.
bom ensaio!
domingo, 3 de julho de 2011
T O P O G R A F I A
O panorama (a vista), o padrão de piso, o design que criamos em movimento pelo espaço. Na definição da vista, por exemplo, podemos decidir que a área mais baixa do palco tem grande densidade, o que dificulta o movimento através dela, enquanto a área de cima tem uma densidade menor e, portanto, envolve maior fluidez e tempos mais rápidos. Para entender o padrão de piso, imagine que o fundo dos seus pés estão pintados de vermelho; assim que você se movimento pelo espaço, a imagem que se forma no chão é o padrão de piso que evolui no correr do tempo. Em adição, uma encenação ou marcação de uma performance sempre envolve escolhas sobre o tamanho e a forma do espaço em que trabalhamos. Por exemplo, nós podemos escolher trabalhar em uma faixa estreita de três pés por toda a área baixa do palco ou numa enorme forma triangular que cobre todo o chão, etc.
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Tradução de Diogo Liberano.
BOGART, Anne; LANDAU, Tina. The Viewpoints Book – A Pratical Guide to Viewpoints and Composition. New York: Theatre Communications Group, 2005, p. 11-12.
F O R M A
O contorno que o corpo (ou corpos) faz(em) no espaço. Toda Forma pode ser dividida em Forma com (1) linhas; (2) curvas; (3) uma combinação de linhas e curvas.
Portanto, no treinamento com Viewpoints, nós podemos criar Formas que são arredondadas, formas que são angulares e formas que são uma mistura dessas duas.
Somado a isso, uma Forma também pode ser (1) sem movimento; (2) em movimento (pelo espaço).
Por último, Forma pode ser feita por uma das três maneiras: (1) com o corpo no espaço; (2) com o corpo em relação com à arquitetura (criando Formas); (3) o corpo em relação com outros corpos (criando Formas).
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Tradução de Diogo Liberano.
BOGART, Anne; LANDAU, Tina. The Viewpoints Book – A Pratical Guide to Viewpoints and Composition. New York: Theatre Communications Group, 2005, p. 9.
ensaio 43
02/07, unirio, sala 602
flávia, vítor, fred, nina, marília, dominique, diogo, val, tamires, rômulo, júlia e rafael.
O ensaio começou bem depois do marcado, por conta de atrasos. Tocamos nas primeiras unidades da cena um, buscando o entendimento e não as intenções. Cientes de que os tempos podem mudar, as intenções também, mas que no entanto, o entendimento é o mesmo. Partimos disso e conquistamos vários lugares novos e mais interessantes para as personagens (durante a leitur). Fizemos apenas uma leitura (prólogo + cena um + cena dois) para a equipe que esteve presente.
A partir de amanhã, os ensaios acontecem de segunda à sexta, de 08h30 às 13h30.
Mês para erguer boa parte do espetáculo.
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