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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Diogo,

sinto-me perfurada ao meio. meu corpo atravessado de um aponta à outra. acabei de ler os depoimentos que você me enviou. Escutei suas palavras, as palavras do seu amigo e as palavras dela. Tantos sentimentos diversos guiados por um mesmo vento...agora eu sei: existia um VOCÊS que com a partida dela se foi também. E nesse momento Di, sinto você ainda mais próximo de mim e ela ainda mais presente em mim. Não sei se você entende mas ao ler as palavras que por ela foram escritas tive certeza do que eu já intuia, ela era linda. Linda, linda. E não sei porque motivo saber que ela era linda despertou em mim uma estranha felicidade. Estou atravessada de uma ponta à outra e não consigo me mexer. Preciso me levantar da cadeira e correr para o trabalho, tenho apenas dez minutos para o banho, a caminhada, o ônibus e enfim o trabalho, mas não consigo me mexer. minha respiração está pesada e minhas pernas não obedecem. caminho lentamente em direção ao ponto de ônibus impossibilitada de pensar em outra coisa. e permaneço assim.

Um comentário:

Diogo Liberano disse...

é mais ou menos esse tipo de entorpecimento que buscamos sentir. eles nos dão a potência da vida num segundo seguinte,,,,,,,,,,,,,,, sim, ela era linda. e se manifesta hoje em todas as coisas que eu amo.