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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Não, me desculpem

Na verdade - desculpem a inconstância - mas, na verdade, acho que percebi uma coisa sobre o que vamos fazer. Algo me diz - talvez a Flávia já o tenha dito - mas algo me diz que nunca precisamos tanto de personagens como agora.

Já volto, vou ao shopping, almoçar, levar folhas em branco, caneta e escrever, escrever, escrever... Até conseguir trazer a vocês um primeiro esboço a ser rasgado.

Tive um dia horrível. Fiquei preso dentro de casa até agora. Tudo porque um pedreiro veio trocar minha janela e eu me perguntando: por que inventamos janelas? Ele já se foi e há poeira por sobre tudo, entre tudo, poeira.

2 comentários:

Vitor disse...

"entre a tragédia e a comédia, o tédio".
personagens pra além da forma são o melhor tipo de jogo, eu acho, agora.
o que me encanta num palhaço velho é algo q eu nao identifica, daí os palhaços novos querem logo aquilo e fazem fórmulas óbvias. mas algum palhaço jovem um pouco mais vocacionado passa pelas etapas e cria um bichinho, "persongem", com varias camadas de jogo, entre elas: a pessoa, o artista, a personagem, o público e a junção de todas .(as 5 camadas sao pra maestros, mas mesmo assim boto muita pilha na idéia de personagens)
pra terminar, Maiakóvisk: " a arte não é o espelho da realidade mas o martelo para forjá-la".

Diogo Liberano disse...

bichinho
personagem
camadas
junção

ser personagem é ser construção
forjada a martelo
para espelhar sim
só que algum horror
ou afeto
despercebido, não?

"boto muita pilha na idéia de personagens)"
me too