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domingo, 21 de novembro de 2010

O Globo - Sábado, 20 de Novembro de 2010

Qual é o nível de falsificação da realidade? Falsificamos para suprir alguma falta?

O jovem poeta das músicas tristes. Estou ouvindo ele neste instante. Como lidar com seu tempo? Ele encontrou sua forma.

A realidade sobrevive nas ficções que inventa. Quem havia pensado em colocar cocaína dentro da bola de futebol, e da vagina, e dentro de cápsulas engolidas e guardadas no estômago?... A realidade é superada pela ficção e cabe à ficção nos dar uma medida do real?

Se vocês não conseguirem ler todos as notícias, leiam apenas este artigo. Ele defende o nosso projeto de uma forma que nem sei explicar. Havia escrito a sinopse sobre o terrorismo e esse título, FUNDAMENTALISMO DA TRISTEZA parece assegurar tudo o que estava pensando...

É só porque é um texto que fala de como a Europa está doendo para aceitar que não é mais quem dita as regras do Ocidente. Um texto no qual um autor em específico ressignifica a noção de modernidade (é a parte que está grifada) que estava na mesma desde Baudelaire.

Clique sobre as imagens para vê-las em tamanho maior (e conseguir ler).

3 comentários:

*Vendetta* disse...

"o inferno é a ausência de esperança".

lembrar. não acho. acho o posto.

Vitor disse...

Belo trabalho Diogo! reportagens, pesquisa, video. vamos girar mais proximos da mesma frequencia

Vitor disse...

a musica do leblanc! boa!!!
uma frase do guimaraes rosa aqui martela: "viver é muito perrigoso".
"Ouço o grito de ray charle na vitrola" e leio agora Uivo em voz alta. rs
boa noite. adoro chegar de madrugada e ler as novidades por aqui.
Gente como pode, a gnt chega em casa e ainda na rua pensa em ligar o computador. virou parte de gnt.